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» » MAIS UMA ESPÉCIE ANIMAL DECLARADA TOTALMENTE EXTINTA.


  O Rinoceronte Negro da África Ocidental, é mais um

animal declarado totalmente extinto


Ambientalistas dizem que tráfico de chifres também está causando o desaparecimento de outras espécies de rinoceronte.


O rinoceronte negro ocidental ( Diceros bicornis longipes ), subespécie que tinha como habitat Camarões na África ocidental, foi declarado extinto oficialmente. A notícia foi dada na atualização da Lista Vermelha da União Internacional de Conservação da Natureza (IUCN, da sigla em inglês), que cataloga e classifica as espécies em risco de extinção. De acordo com a organização, apesar dos esforços dos programas de conservação 25% das espécies de mamíferos correm risco de extinção.
As subespécies de rinoceronte branco na África Central ( Ceratotherium simum cottoni ) foi classificada como possivelmente extinta na natureza. O rinoceronte javanês ( Rhinoceros sondaicus ) também está quase desaparecendo, as subespécies Rhinoceros sondaicus annamiticus , rinoceronte javanês que habitava o Vietnã, está provavelmente extinta, desde que o último animal que se tinha conhecimento foi caçado no Vietnã, em 2010. A espécie de rinoceronte javanês só não foi declarada extinta, pois ainda existe uma pequena população em declínio desta espécie em Java. 
Em comunicado, a (IUCN), afirma que a falta de apoio político para os esforços de conservação nos habitats de muitos rinocerontes.O animal é vítima da caça ilegal motivada pela demanda de seus chifres, que supostamente apresentam propriedades terapêuticas no tratamento do câncer, embora isso não seja comprovado, além de não serem mais utilizados formalmente na medicina tradicional chinesa.
O presidente da Comissão de Sobrevivência de Espécies da IUCN, Simon Stuart, afirmou que o caso dos rinocerontes negro ocidental e branco do norte poderia ter sido muito diferente se as medidas de conservação sugeridas tivessem sido aplicadas. 

Madagáscar
 
De acordo com a lista vermelha da IUNC, Um novo desafio de conservação surgiu em Madagáscar, onde 40% de répteis - um componente importante da biodiversidade, principalmente nas ilhas e terras secas - correm perigo.
Camaleões, lagartixas, cobras-de-pernas e serpentes também estão sob ameaça, mas a IUNC expressa certo otimismo no caso destes, já que as autoridades de Madagáscar criaram novas áreas de conservação, que contribuirão para a sobrevivência de espécies que já apresentam estado crítico, como o camaleão Tarzan.
No meio marinho, o perigo é tão grande como em terra firme. As últimas avaliações das espécies de escombrídeos (atuns, bonitos, cavalas e cavalas espanholas) e de peixes de bico (espada e agulha) mostram que a situação é grave para os atuns.
Das oito espécies de atum, cinco aparecem na categoria de espécie ameaçada ou quase ameaçada da "lista vermelha" da IUNC. Em perigo, estão o atum vermelho do sul e o atum-de-olho-grande, e em perigo crítico, o atum vermelho do Atlântico.
O atum amarelo é considerado vulnerável e o atum branco está sob a classificação de "quase ameaçado".
A entidade defensora dos animais espera que esta nova informação estimule os Governos a tomar decisões que protejam o futuro dessas espécies, muitas das quais possuem alto valor econômico.
Boas notícias 
No entanto, nem tudo são más notícias, já que a "lista vermelha" também apresenta exemplos de espécies recuperadas graças a esforços realizados neste sentido.
Uma subespécie do rinoceronte branco passou de uma população de menos de 100 exemplares, no final do século XIX, a uma população selvagem de mais de 20 mil. O cavalo-de-przewalski (cavalo selvagem da Mongólia) é outra história bem-sucedida, após ter passado do estado de "perigo crítico" para o de "perigo".
Em 1996, essa espécie era considerada extinta em estado silvestre, mas um programa de criação em cativeiro e de reintrodução ao meio natural permitiu que agora haja mais de 300 desses cavalos.
Muitas espécies de plantas também são vítimas do interesse comercial, como a Taxus contorta , utilizada para a produção do medicamento Taxol, destinado ao tratamento de quimioterapia. Ela passou do estado "vulnerável" para o de "perigo" por sua superexploração em uso medicinal, embora também seja usado para lenha e forragem.
Outro caso é o do "coco-do-mar", ao qual se atribuem propriedades afrodisíacas e que também está em perigo pelos incêndios e pela poda ilegal para extrair seus grãos. Embora atualmente a coleta e a venda dessas sementes sejam regulamentadas, acredita-se que exista um grande mercado negro dos grãos. 
(Com informações da EFE) 

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