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Apesar de rejeição recorde, Brasil ganha um partido a cada 7 meses

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Nos últimos quinze dias de setembro três novos partidos políticos obtiveram registro no TSE: o Novo, o da Mulher Brasileira e a Rede Sustentabilidade, este da ex-ministra Marina Silva.
De 2013 para cá foram cinco no total, ou uma média de uma nova legenda a cada sete meses. Outubro começa com 35 partidos políticos, sendo que 29 com representação no Congresso.
Com oito em cada dez brasileiros rejeitando os partidos existentes (um recorde), e com menos de 1% da população confiando neles, segundo pesquisas, é de se perguntar: para que tanta sigla? 
Há ideologias, programas, doutrinas, propostas, projetos, para tantos partidos? Eles são novos, progressistas, populares, socialistas, comunistas, trabalhistas, dos trabalhadores, ecológicos, solidários, cristãos, liberais, democráticos, democratas, sociais-democratas, ordeiros, republicanos, mobilizadores, verdes, brasileiros ou do Brasil.
Número elevado de  legendas, entretanto, não é uma questão unicamente brasileira. Nos Estados Unidos, por exemplo, existem mais de 60 partidos políticos, embora a disputa gire de fato em torno a apenas dois, o Democrata e o Republicano. 
O problema no Brasil parece ser que a proliferação de partidos é sintoma de um sistema político esgotado: rejeitado pela população não consegue (ou não quer) se reformar ao mesmo tempo em que parece crescer por osmose. 
Emblema recente da incapacidade do sistema de se autoreformar, foi a chamada minireforma política aprovada pelo Congresso e que nada de fundamental mudou. A única mudança de fundo na política nos últimos tempos veio de fora dela, com a decisão do STF de proibir as doações empresariais aos partidos. Decisão, diga-se, ainda sob judice, pois pode ser revertida pelo Senado.
Depois de junho de 2013 que escancarou a crise de representatividade no país e dos principais presidenciáveis em 2014 enfatizaram a necessidade de uma reforma profunda, o Congresso não conseguiu ir além de reciclar uma antiga estratégia brasileira: ‘mudar para nada mudar’.
É neste contexto amorfo que chegam as novas siglas, das quais, é claro, a mais proeminente é a Rede. Esta já poderia ter sido constituída no passado e traz, na sua costura, um projeto político de mudança – intenção a ser testada na urna. O ambiente geral antipartido, e o próprio sistema político que vai reiterando seus próprios defeitos, porém, não favorecem a chegada de novos ventos. A ver.
FONTE BLOG DO ROGÉRIO JORDÃO/YAHOO NOTICIAS

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