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» »Unlabelled » A partir de 1º de julho lâmpadas incandescentes sairão do mercado

Tecnologia é considerada antiga e pouco eficiente.
Só continuarão sendo vendidas as menos potentes, de até 40 watts.
imagem ilustrativa

A partir de 1º de julho, o comércio não vai mais vender a lâmpada que já foi a mais popular entre os brasileiros.
Olha ela aí! Reconhece?
“Nunca usei. Não”, diz a estudante Victória Carolina Ricardo

A velha lâmpada incandescente já é quase peça de museu. Lembrança antiga.

“Desde a minha vivência tinha é ela. Então, então, desde que eu nasci, eu conheci foi isso. Agora que mudou o mundo, eu tô ‘ni’ outra”, afirma o aposentado Sebastião dos Anjos.  
As outras podem ser as lâmpadas fluorescentes. Ou de led. Mais comuns hoje em dia. Já as incandescentes estão sumindo. Em 2012 começaram a ser proibidas a importação e a fabricação das mais potentes.
Mas ainda tem por aí a mais popular, de 60 watts. Um dos atrativos é o preço.   
Mesmo sendo mais barata, a partir de 1º de julho, ela vai desaparecer de vez das prateleiras. A lâmpada incandescente está sendo tirada do mercado brasileiro porque é de uma tecnologia antiga, menos eficiente.
Na conta de luz, também dá para ver a diferença. Dona Laíze tem nove lâmpadas incandescentes em casa. 
As nove lâmpadas acesas três horas por dia, 30 dias num mês, vezes 60 watts dão mais de 48 kilowatts/hora. Ao custo médio de R$ 1 cada quilowatt/hora, são R$ 48 por mês.


O mesmo uso de uma lâmpada fluorescente de 15 watts custaria R$ 12 por mês. E se fosse uma led, de dez watts, o valor cairia para R$ 8 por mês.

“A substituição por led, pela fluorescente ou por, principalmente pela led, vale a pena porque, a longo prazo, o investimento na substituição dessas lâmpadas, ela vai ter um retorno maior”, explica Ranieri César Leite Coelho, analista de comercialização. 
Das lâmpadas incandescentes domésticas, só vão continuar sendo vendidas as menos potentes, de até 40 watts. Alegria da dona Márcia. Mas até julho de 2017, elas também serão tiradas do mercado.
“Então, eu vou ser obrigada a comprar da outra”, conclui ela, rindo.
Matéria Exibida no Jornal Nacional nesta quinta (30/06)

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