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» » » Pinto admite marcação especial em Neymar e garante Honduras ofensiva

Técnico hondurenho, no entanto, não enxerga dependência brasileira em atuações 
do atacante e analisa chance de avançar até a final: "Camisas não assustam mais"

Jorge Luis Pinto tentará surpreender o Brasil dentro do Maracanã. Ele acredita que controle emocional será fundamental (Foto: AP) adaptada por Davi Diniz

O Brasil enfrentará nesta quarta-feira um profundo conhecedor de seu futebol. Com vivência no país no fim da década de 70, Jorge Luis Pinto colocará à prova sua sabedoria na próxima quarta-feira. E não só isso. Testará novamente sua sorte em solo verde e amarelo. Depois de fazer história levando a Costa Rica até às quartas de final da Copa do Mundo de 2014, o técnico tentará outro feito. Ele comandará Honduras na missão de derrotar o Brasil e avançar para a inédita decisão dos Jogos Olímpicos Rio 2016. E nada tira da cabeça de Jorge a convicção de que a façanha é palpável.
Entretanto, é preciso ter consciência de que não basta fazer o simples. Igual? Talvez. Mas com certeza com ingredientes a mais. O principal deles é controlar Neymar, garante o Jorge Luis Pinto. Embora admita que não enxerga uma completa "neymardependência", o técnico confessa que é preciso ter uma atenção especial com o craque da seleção brasileira.
- O Brasil é uma seleção de muita qualidade. Já analisei, analisei. O Brasil pode depender de alguma maneira de Neymar, mas acredito que não seja tanto. É claro que ele é um jogador muito importante. Já o enfrentei cinco vezes e sei da sua qualidade. Neymar é brilhante. É certo que precisamos controlá-lo. Mas não vamos mudar nossa estrutura de jogo. Vamos atacar, vamos atacar. [...] Honduras está preparada mentalmente. Sabemos que a torcida vai gritar 90 minutos. Sabemos disso. E estamos preparados - analisou Jorge Luis Pinto.
A confiança de Pinto não se apóia somente nos seus conceitos e confiança em sua equipe, que fez jogo duro contra Portugal e empatou - e despachou - a Argentina. O técnico também se agarra à história. Ele acredita que Honduras pode entrar para o grupo de feitos inimagináveis contra a seleção Brasileira.
- Tudo pode acontecer no futebol. Isso é sinônimo de futebol. Se perguntar a algum brasileiro se passou pela cabeça dele que o Brasil seria derrotado por 7 a 1 para a Alemanha... Ninguém pensou que o Uruguai fosse vencer em 1950... Ninguém pensou nisso. As camisas não assustam mais. O estádio pode gritar, mas estaremos focados dentro de campo. O jogo vai ser lindíssimo, num palco sensacional. Será histórico para todos - disse.
Confira outros trechos da coletiva de Jorge Luis Pinto
Como motivar os jogadores depois de chegar tão longe
- Já está na cabeça. Eles já sabem que é histórico. Estar num estádio com 80 mil pessoas... Eles já tem esse sentimento na cabeça. O Maracanã é um lugar lindo para jogar futebol. Estamos preparados. Respeitamos o Brasil, que é uma grande seleção. Mas queremos ganhar, queremos triunfar.

Equilíbrio psicológico
- O controle emocional vai ser determinante. Acredito mais que as pernas. Não vamos perder , nem podemos perder o controle nunca. Acredito que as duas equipes vão jogar futebol. Somos também uma equipe com qualidade.

O que viu no Brasil contra a Colômbia
- Se posicionou melhor o Brasil depois de fazer o primeiro gol. O Brasil não está perdendo as costas. Esse jogo o Brasil terá que sair. Nós também vamos nos arriscar. O Brasil controlou muito bem o jogo.


Mudança na escalação para controlar Neymar
- A estrutura da equipe se mantém. Mas os nomes podem mudar. E tem Neymar. Preciso de um homem para contê-lo. Podemos mudar nisso. E também temos jogadores muito desgastados.

Mau momento do futebol brasileiro
- Acredito que o Brasil precisa mudar conceitos táticos. O futebol mudou. A metodologia mudou. Tem que avançar rapidamente. O jogo bonito não pode desaparecer, mas tem que ter um algo a mais para o Brasil voltar ao contexto internacional. Tem que entrar num trabalho muito tático. E olho o futebol brasileiro tático. A seleção brasileira olímpica tem muito desse conceito novo.

Por Rio de Janeiro, RJ

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