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» » » » » Jovens enviam mensagens em protesto contra o fim da vaquejada

Alguns jovens que vivem na prática da vaquejada, afim de protestarem contra a extinção da vaquejada, enviam notas ao Blog Davi Diniz, através do Whatsapp.

Marynha, Igor Geovane e Ana Giselly (fotos: via whatsapp)

Acabar com a vaquejada porquê? Porque gera em torno de 120 mil empregos diretamente e 600 mil indiretamente. Maus tratos? Isso também passamos todos os dias com riscos de ser assassinados e roubados entre várias outras, e nem por isso acabam com essa rotina perigosa que enfrentamos. 
Falam que o Brasil é um país com pouca cultura, que vem esquecendo suas origens, mas uma das poucas que ainda está presente querem acabar.
Na hora  que a carne chega na sua mesa, você nem se quer se importa como chegou. Na maioria das vezes os animais passam por maus tratos antes de serem abatido e bem piores que em uma vaquejada.
#EuAPoioAVaquejada 
#VaquejadaÉCultura

Marynha Vaqueira e Igor Geovane

Parque Placido Alves e Parque VI Irmãos

Só quem preza a sua cultura  sabe do que estamos falando e protestando, vaquejada é nossa paixão, e é disso que muitos vaqueiros nordestinos sobrevivem, isso não é moda inventada não, é cultura, é esporte e tradição! Valeu o boi valei vaqueiro no calor da vaquejada vive o povo brasileiro !!Isso só porque sou vaqueiro nordestino puxar boi é meu destino, sou o rei das vaquejada puxa boi desde menino #eu apoio pq amo vaquejada #

Ana Giselly

A maior e mais expressiva cultura do Nordeste brasileiro, a vaquejada, está ameaçada de extinção. Por decisão do STF, a prática, foi considerada inconstitucional. Fala-se sobre os maus tratos sofridos pelos animais. 
Para os vegetarianos e ambientalistas, é uma ótima notícia. Pois estes se abstém do alimento cárneo por questões de saúde e para não contribuírem com o sofrimento que os animais passam sendo abatidos. E alegam que nas vaquejadas, os bichos sofrem para dar prazer aos humanos que curtem a festa. 
Mas para os que há séculos vivem da cultura e tirem dela o seu sustento, a noticia tem sido bastante triste. Há homens e mulheres que vivem de vaquejada em vaquejada trabalhando para sobreviverem. 
Alguns com barracas de comidas e bebidas, outros com estacionamentos, os curralzeiros, tratadores de animais, locutores e julgadores...São vários empregos diretos e indiretos que se geram nas festas de vaquejadas. 

por Davi Diniz

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