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» » » » » » Grêmio joga melhor que o Atlético-MG, mata o jogo aos 45 e leva boa vantagem para o Sul

Em contra-ataque perfeito puxado por Geromel, nos acréscimos, Everton fecha o placar no Mineirão; Pedro Rocha é protagonista da primeira metade da decisão com dois gols e expulsão


PROTAGONISTA
Não há nenhuma dúvida. Se perguntarem quem foi o personagem do primeiro jogo da final da Copa do Brasil 2016, a resposta é imediata: Pedro Rocha. O atacante do Grêmio fez os dois primeiros gols do time gaúcho. O primeiro deles passando com perfeição por Gabriel antes de finalizar, e o segundo driblando três adversários em jogada individual antes de chutar no canto de Victor. As emoções na noite do jovem atacante não pararam por aí. No segundo gol, ele tirou a camisa na comemoração e recebeu o amarelo. Minutos depois, cometeu falta dura em Carlos César e foi expulso pelo segundo cartão. No túnel, ele chorou. No campo, com um a menos, o Grêmio sofreu o gol, mas soube matar o jogo no contra-ataque. Sem dúvida, no cômputo geral, Pedro Rocha foi muito mais herói do que vilão no Mineirão.

ESTRATÉGIA PERFEITA E BOA VANTAGEM
O confronto entre Atlético e Grêmio, na final da Copa do Brasil, tem alguns ingredientes interessantes. A característica diferente dos times, por exemplo. O Grêmio tem um jogo mais técnico, cadenciado. Sabe explorar a posse de bola e tem o contra-ataque como arma mortal. O Atlético aposta no volume ofensivo, na velocidade e no talento de Robinho, Pratto e companhia. No Mineirão, na primeira metade da decisão, a estratégia do Grêmio deu certo e anulou a do Galo. Durante a maior parte do jogo, o Tricolor mandou no meio-campo e soube aproveitar a posse de bola para marcar os dois primeiros gols. Pedro Rocha foi expulso, e o Atlético, com um a mais, partiu pra cima e conseguiu reduzir o placar. Na pressão pelo empate, abriu espaço para o contra-ataque gremista, que foi mortal e fechou o placar: 3 a 1. Excelente vantagem para o segundo jogo.

SEGUNDO TEMPO
Nos primeiros minutos da segunda etapa, o Atlético aparentou ter voltado diferente. Partiu pra cima e já assustou a meta de Marcelo Grohe no primeiro ataque, em finalização de Lucas Pratto. Aos 9 minutos, porém, uma ducha de água fria: em linda jogada individual de Pedro Rocha, personagem do jogo, o Grêmio ampliou o placar para 2 a 0. O Atlético não tinha outra alternativa a não ser se lançar ainda mais ao ataque. Marcelo Oliveira trocou Cazares - muito mal no jogo - por Clayton, mas a substituição em si não fez tanta diferença. O que mudou a partida foi a expulsão de Pedro Rocha aos 21, após receber o segundo amarelo. Virou ataque contra defesa. Hyuri e Marcos Rocha entraram bem, e o Galo tanto pressionou que diminuiu para 2 a 1, com um belo gol de Gabriel. No embalo do "Eu acredito" da torcida atleticana, o time foi todo para o ataque e deu espaço para o contra-ataque gremista. Aos 45, Pedro Geromel arrancou como um lateral pela direita, cruzou na área, e Everton deu números finais ao jogo: 3 a 1.


G1/Globo Esporte

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