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» » » » » » » » » » » » » » » Pernambucanos querem saber porque o seus senadores ainda não mostraram apoio ao Fim do Foro Privilegiado. Será que eles têm uma justificativa plausível?

Menos de dez senadores assinaram para ganhar urgência e garantir a inclusão da PEC na pauta. Nenhum dos representantes do estado de Pernambuco se encontra nesta pequena lista. Confira a matéria.

Para ganhar urgência e garantir a inclusão da PEC na pauta, o pedido precisa do apoio de pelo menos 41 dos 81 senadores. Por ora, há apenas nove assinaturas. (fotos: reprodução/google)


Quando escolhemos nossos representantes na política estamos lhes dando não somente um voto de confiança, mas estamos colocando em suas mãos, poder de controlar nosso futuro, de certa forma que haja entre o político e a população um consenso em comum sobre diversos e importantes assuntos de interesses coletivos.
Todavia, percebemos que estamos tendo grandes prejuízos materiais e morais por conta de uma parcela alienada da nossa população que ao invés de ficarem fazendo uma politicagem de bajulação e defesa do indefensável, poderiam se juntar aos demais que se preocupam com o rumo do país e partirem pra cima da elite política cobrando prestações de serviços e esclarecimentos sobre certos comportamentos, como este por exemplo, que mostra uma pequeníssima parte dos senadores que apoiam um projeto de grande importância para o combate da corrupção, enquanto a maioria, principalmente os que nós pernambucanos apoiamos, não aparecem na lista. 
É motivo de vergonha para nós, se chegar ao prazo máximo para coleta das assinaturas e não vermos nenhum dos três senadores pernambucanos apoiando o Fim do Foro Privilegiado, que derruba a possibilidade de deixar políticos na posição de impunidade. 
Abaixo vemos uma lista com os nomes que até o momento se dispuseram em apoiar a PEC e em seguida, uma matéria explicando mais detalhes sobre as assinaturas e o projeto. 

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Brasília, 11 - Senadores estão sendo cobrados nas redes sociais para assinar um requerimento de urgência para levar a plenário a votação de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com o foro privilegiado. A matéria foi aprovada pela Comissão e Constituição e Justiça (CCJ) em novembro do ano passado, mas, apesar da pressão popular, líderes do Senado não têm demonstrado disposição de acelerar a tramitação do projeto.


Para ganhar urgência e garantir a inclusão da PEC na pauta, o pedido precisa do apoio de pelo menos 41 dos 81 senadores. Por ora, há apenas nove assinaturas. O fim do foro privilegiado para políticos é uma das principais bandeiras dos protestos marcados para o próximo dia 26, que estão sendo organizados por grupos como o Movimento Brasil Livre (MBL), um dos principais a apoiar o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.



Cobrança



O senador Waldemir Moka (PMDB-MS) tem usado a sua conta no Twitter para responder os eleitores que estão cobrando a sua assinatura no pedido de urgência. "Não tenho tempo de ficar pelos corredores (do Senado) atrás de uma lista. Se chegar a mim, assino.", afirmou no microblog. O peemedebista justificou que apenas um pequeno número de senadores assinou ao pedido porque "no Senado, circulam várias listas para todo o tipo de situações".



Ele também afirmou que "sempre" foi a favor do fim do foro privilegiado, e pediu respeito aos internautas que o acusavam de estar fugindo do debate. "Você não sabe com quem está falando. Antes de falar em covardia procure conhecer o parlamentar melhor", disse.



Um dos articuladores do pedido de urgência, o líder do DEM no Senado, Ronaldo Caiado (GO), afirmou que, na próxima semana, o grupo irá retomar a coleta de assinaturas. Ele defendeu colegas que ainda não apoiaram a iniciativa liderada pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), como Moka, e disse acreditar que eles irão conseguir o número necessário para levar a PEC a plenário em breve.

Da Redação do Blog Davi Diniz
Com informações: Agência Estado

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