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» » » » » » » Mãe de Eduardo Campos, cogita ser candidata a vice-presidente, diz Antônio Campos


O advogado Antônio Campos (Podemos) é irmão do ex-governador Eduardo Campos, falecido líder do PSB, e filho de Ana Arraes, ministra do Tribunal de Contas da União (TCU). Nesta segunda (14), Antônio Campos, que se candidatou a prefeito de Olinda pelo PSB mas deixou o partido este ano, afirmou que Ana Arraes é sondada por partidos políticos para deixar o TCU quatro anos antes de sua aposentadoria compulsória e ser candidata a vice-presidente da República em 2018.
Embora a ministra seja também especulada como possível candidata a senadora de Pernambuco, na entrevista Antônio Campos disse que, se ela deixasse o TCU, seria para aceitar a disputa pela vice-presidência da República. Segundo ele, Ana Arraes é cortejada pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que busca se viabilizar para 2018 pelo PSDB, pelo senador Álvaro Dias, pré-candidato do Podemos (sigla do próprio Antônio Campos), e insinuou que o PT também fez gestos para atrair a ministra.
“Acho que há possibilidade, se houver, é maior da vice. Ela está sendo cortejada por Alckmin, Álvaro Dias… O próprio Fernando Haddad fez uma visita de cortesia à ministra. Não falou de política, foi uma visita mais de condolências pelos três anos do falecimento de Eduardo. Há uma possibilidade de ser candidata a vice-presidente”, afirmou.

O próprio Antônio Campos pondera que, hoje, a um ano da eleição, Ana Arraes ainda tem cinco anos até a sua aposentadoria compulsória do Tribunal de Contas – depois da “PEC da bengala” um ministro de tribunais superiores ou desembargador de tribunais de Justiça é obrigado a deixar o serviço público apenas aos 75 anos de idade. Mesmo assim, comentou Antônio Campos, ela está sensível aos apelos dos vários partidos que a procuraram.
Ele falou que ela foi três vezes deputada e é, além de mãe de Eduardo Campos, filha do ex-governador Miguel Arraes, também falecido. O advogado ainda afirmou que ela dialoga com diversas forças políticas e seria “capaz de unir diversas forças que estão dispersas em Pernambuco”.
“Ela vai decidir até março de 2018”, afirmou Antônio Campos, em entrevista à Rádio Jornal nesta segunda. “Ela não descarta… Em 2018 ela vai tomar essa decisão”, disse Antônio Campos. (Do JC Online)


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