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» » » » » EM NOVA DENÚNCIA, JANOT ACUSA LULA E DILMA DE OBSTRUÇÃO DA JUSTIÇA

Nova denúncia diz respeito à tentativa de Dilma de nomear Lula para a Casa Civil, pouco antes do processo de impeachment (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

Um dia depois de denunciar os ex-presidentes Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva (ambos do PT) por organização criminosa, a Procuradoria Geral da República apresentou nova denúncia contra os dois petistas ao Supremo Tribunal Federal (STF), agora por obstrução de justiça. A acusação é baseada no episódio da tentativa de nomeação de Lula para o Ministério da Casa Civil, feita por Dilma em março de 2016, pouco antes do seu impeachment. Na mesma denúncia, Janot inclui o ex-ministro Aloizio Mercadante (PT), com base na gravação de uma conversa por telefone com o ex-senador Delcídio do Amaral (PT), na qual Mercadante buscava informações sobre o teor da delação que o colega de partido estaria preparando.
De acordo com informações do site G1, embora nenhum dos denunciados tenha direito ao foro privilegiado, a PGR quer manter o caso no STF, por ter relação com a denúncia apresentada nesta terça-feira (05) sobre a organização criminosa envolvendo a cúpula do PT. Nessa primeira denúncia, foram incluídos, além de Lula e Dilma, os ex-ministros Antonio Palocci, Guido Mantega, Edinho Silva e Paulo Bernardo, a presidente nacional do PT senadora Gleisi Hoffmann e o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto. O relator da Lava Jato, ministro Luiz Edson Fachin, vai analisar a nova denúncia e notificar os acusados para apresentação de defesa. Só então vai levar o caso para a segunda turma do Supremo Tribunal Federal decidir se eles viram ou não réus na Lava Jato.

STJ

A PGR pediu ainda o arquivamento, no STF, da investigação em relação aos ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Marcelo Navarro e Francisco Falcão, e do ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo. Em relação ao pedido de arquivamento da denúncia contra os magistrados, Fachin pode decidir sozinho, conforme entendimento consolidado do STF, que diz que cabe ao Ministério Público conduzir a ação penal e ao tribunal decidir o que vai ou não investigar.

*Com agências
Por Sérgio Montenegro/Diário de Pernambuco
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